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CAS Tecnologia na Utilities Telecom Council – 06 a 08 de abril

De 06 a 08 de abril a CAS Tecnologia participou do evento UTCAL Summit 2016 – Utilities Telecom América Latina, que ocorreu em Florianópolis-SC.

A 5ª edição do encontro discutiu as soluções e os principais desafios enfrentados pelas Concessionárias de Serviços Públicos no que se refere aos sistemas de telecomunicações e suas aplicações.

Juliana Rios, Gerente de Produto da CAS, participou do painel “Integração de Sistemas em Projetos Smart Grid e Smart Meter no Brasil”, abordando questões como a integração de sistemas para diferentes tecnologias de campo, módulo DNP3 para SCADA, integração da Plataforma Hemera com o Iris e com outros MDCs, padrões internacionais de integração e as necessidades brasileiras que precisam ser consideradas adicionalmente.

Representaram a CAS no evento também o Gerente de Produto Juliano Abreu e o Gerente de Marketing Octavio Brasil.

Latin American Utility Week – de 23 a 25 de setembro, em São Paulo

Mais uma vez, a CAS Tecnologia marca presença na Latin American Utility Week, este ano em sua 13ª edição. O evento, focado no mercado de utilities, acontecerá durante os dias 23 a 25 de setembro e contará com a presença de profissionais dos mais variados segmentos do setor de Smart Grid, Smart Water e Smart Gas.

Nesta edição, a CAS levará algumas novidades para os visitantes, que poderão viver uma verdadeira experiência com sua solução ponta-a-ponta, conhecendo seus produtos e serviços especializados. Além do segmento de energia, também serão apresentadas as soluções mais modernas para o mercado de água.

O evento, que acontece anualmente, terá como grande foco a abordagem sobre água e gás em um stream específico e dedicado exclusivamente a estas questões, abordando temas pertinentes à manutenção de recursos, redução de perdas e desperdícios, melhor utilização, entre outros.

Visite-nos!

Latin American Utility Week
23 a 25 de setembro
Transamerica Expo Center
Rua B | Estande B.50

22/10/2014 – Brazil Automation Magazine

LAUW reúne os principais especialistas dos setores de energia, água e gás 

 

Realizada entre os dias 12 e 14 de agosto, a Latin American Utility Week 2014, evento que reúne as principais empresas de medição de energia, água e gás; redes e cidades inteligentes; e geração, transmissão e distribuição de energia, com utilities do Brasil e da América Latina, trouxe à São Paulo (SP) os principais especialistas do setor ao lado de uma ampla gama de soluções e tecnologias.

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Latin American Utility Week – de 12 a 14 de agosto, em São Paulo

A CAS Tecnologia participou da 12ª Edição da Latin American Utility Week, realizado no Transamérica Expo Center entre os dias 12 a 14 de agosto. Durante o evento a empresa apresentou, em parceria com a empresa norte americana SENSUS, a evolução da tecnologia de Smart Water no mercado brasileiro. Além disso, a organização também exibiu alguns lançamentos tanto para o setor de energia, como para os sistemas de integração e comunicação de dados. A CAS Tecnologia é pioneira no desenvolvimento da solução de comunicação de dados em 3G no setor – atualmente, são utilizados os sistemas de GSM e GPRS.

Durante a edição de 2014, a SENSUS teve sua primeira participação com a demonstração de algumas soluções e da tecnologia IPERL, que ao ser integrada ao software Hemera, permite
ao cliente a visualização de dados para medição de água, maximizando a utilização dos recursos.

O evento acontece anualmente e reúne profissionais do mercado de energia e água com o objetivo de apresentar informações e novos produtos. Neste ano, o encontro teve como foco medição inteligente, smart grids, smart home e geração de energia.

20/12/13 – Revista Smart Energy 

Redes elétricas inteligentes: Necessidade e Lucratividade

As redes elétricas são desdobramentos naturais do ponto de vista técnico e já estão disponíveis há algumas décadas. Porém, além do ganho tecnológico, o conceito precisa ajudar as distribuidoras a ter uma melhora financeira

 

POR WELSON JACOMETTI

As redes elétricas inteligentes, como são chamadas as tecnologias utilizadas nas redes de distribuição de energia elétrica, têm a capacidade de redefinir os padrões de eficiência corporativa e de transformar a relação entre a concessionárias e os consumidores.

Essas redes são desdobramentos naturais do ponto de vista técnico e já estão disponíveis há algumas décadas, como, por exemplo, para a internet e telefonias móveis, que atualmente já possuem, inclusive, suas próprias redes inteligentes. Contudo, na distribuição de energia elétrica os desafios são diferentes, pois envolvem elementos numerosos e específicos (transformadores, medidores e equipamentos de monitoramento de redes) que possuem um espalhamento geográfico que mesmo as redes de telefonia ainda não conseguiram atingir completamente.

O mundo, porém, atingiu tal maturidade no desenvolvimento de tecnologias que esses desafios técnicos serão vencidos. Então, a questão que resta responder é: por que, afinal, as distribuidoras de energia elétrica deveriam adotar as redes inteligentes?

Primeiramente porque as redes inteligentes dependem da tecnologia, mas esta não é realmente a questão mais importante para a indústria de energia. O que importa na verdade é a melhoria efetiva em termos financeiros, que as distribuidoras poderão atingir com a sua adoção. Além disso, as redes inteligentes serão vistas pelos consumidores como o conjunto de informações que lhes permitirão tomar decisões do dia a dia com relação ao comportamento de consumo, aos eletrodomésticos que possuem e aos que vão adquirir, bem como ao impacto financeiro que suas decisões implicam no final do mês.

A melhoria efetiva no desempenho financeiro das empresas relacionadas à indústria de energia elétrica com a adoção das tecnologias de redes inteligentes passa, inicialmente, pelo correto entendimento de que problemas existem para serem resolvidos. Isso por-que, de fato, a tecnologia por si só, embora seja algo extremamente atraente, precisa induzir uma mudança no conjunto de fatos que torna a indústria o que ela é hoje.

Leitura Remota das Redes

Se for tomado como exemplo o movimento dos sistemas de lei-tura remota de dados de medição ocorridos no cenário mundial na primeira década deste século: na Europa e Estados Unidos, o fator motivador para essas tecnologias foi a melhoria das condições de custos operacionais (mão de obra) envolvidos no processo de leitura manual.  Esse fator ainda não existe na América Latina, Ásia e África, de forma que a tecnologia de leitura remota de dados de medição seja efetiva e bastante atraente, já que não é o custo da mão de obra que a torna útil e valiosa no Brasil.

No mercado brasileiro, assim como em muitos outros, a perda não-técnica associada aos processos de medição é o fator que disparou a necessidade da leitura remota de dados e, mais do que isso, não apenas da leitura relacionada aos processos de faturamento, mas determinou que a tecnologia devesse ser capaz de trazer para a distribuidora o conhecimento profundo do padrão de consumo de um determinado consumidor.

Isso para que, ao analisar esse padrão, seja possível determinar se o “dado” de consumo está correto ou se deverá disparar um processo de inspeção de campo para regularizar defeitos, mani-pulações ou fraudes na medição que esteja gerando perdas.

Um clássico exemplo ocorreu no final da década de 1990, com a introdução dos medidores eletrônicos de energia elétrica em substituição aos seculares medidores eletromecânicos. Muito embora seja hoje claro que os medidores eletrônicos mais simples superam – na técnica – os melhores medidores eletromecânicos, sua adoção massiva só iniciou-se em função de aspectos também clássicos, por exemplo, a redução de custos dos medidores e o incremento de funcionalidades que permitem identificar melhor defeitos e furtos de energia, além de melhorar a precisão na medição de pequenas cargas, trazendo impactos diretos sobre faturamento dos clientes com medidores eletrônicos instalados.

Enquanto as áreas de engenharia das distribuidoras trabalharão para verificar se a tecnologia é robusta o suficiente, as áreas executivas das concessionárias esperarão por relatórios que indi-quem quais são os ganhos nas instalações para tomarem a de-cisão de adoção em larga escala. Quando a rede elétrica estiver estruturada com os recursos das redes inteligentes, além dos aspectos básicos que geram, por um lado, novas oportunidades de receitas, por outro, exigem um controle mais preciso sobre o que ocorre na rede, várias outras oportunidades de ganhos surgirão – direta ou indiretamente.

E as regras

O que é comum em todas essas oportunidades é que será necessário modificar um conjunto de regras hoje estabelecidas para o setor, sobretudo quando se fala em controle sobre a distribuição. É fato que, no modelo atual, todos os incrementos tecnológicos tendem – em um primeiro momento – gerar uma série de custos e complexidades operacionais adicionais, enquanto os processos atu-ais permanecem.

Porém, o que deve ser considerado pela alta gestão das geradoras, distribuidoras e comercializadoras de energia elétrica não são “se” as redes inteligentes serão uma realidade, mas “quando” serão adotadas – dado que a tecnologia encontrará seus caminhos de maneira natural. Ao definir o “quando”, um executivo do setor passará a ter um controle mais preciso sobre o “como”, para adotar a tecnologia nas aplicações e para que o retorno de investimento torne-se mais rápido e, com isso, acionar um mecanismo de transformação que atenda aos anseios dos investidores.

As redes inteligentes podem ser uma grande oportunidade. Se não resolverem, podem melhorar o nível de relacionamento com os consumidores de energia elétrica mediante a adoção – simultânea – de estratégias de informações que aumentem o poder que o consumidor tem de avaliar a sua eficiência no uso da energia elétrica, além de criar novos canais de comunicação com o consumidor e, dependendo da regulação do setor, novos serviços.

Trazer os consumidores para uma relação mais próxima com as empresas do setor elétrico pode gerar reforço positivo para todas as questões envolvidas com a lucratividade da empresa ou podem, se a estratégia for mal efetivada, gerar justamente o contrário. Por isso, esta é uma questão de natureza estratégica, importante de ser conduzida, não sob as regras atuais do negócio, mas sobre novas regras que precisam ainda ser construídas.

Não basta agregar um “terminal” com dados de kWh em uma residência para melhorar a imagem que o consumidor tem de sua companhia de distribuição, mas colocar neste “terminal” dados e informações que efetivamente mudem a vida do consumidor, que tornem o consumo de energia elétrica um assunto de maior previsibilidade e que – ao final de cada mês – contribua para a percepção de uma ascensão social sustentável. Isso sem perder de vista o enorme papel que as redes inteligentes têm para o futuro sustentável do negócio.

E, por que não, do País e do planeta?

31/12/2012 – Portal TI Inside

Smart Grid começa a alterar o perfil do setor elétrico

Thomas Alva Edson construiu em 1879, a primeira lâmpada elétrica comercialmente viável. Com a popularização da tecnologia, alastraram-se pelo mundo grandes redes de energia que passaram a alimentar não só filamentos luminosos, mas também uma infinidade de eletrônicos.

Talvez Edson se desapontasse ao descobrir que, mais de 80 anos depois da sua morte a maneira como é feita a distribuição elétrica de energia evoluiu muito pouco. Segundo especialistas, os sistemas atuais dependem excessivamente de fontes geradoras  únicas, com redes suscetíveis a falhas pontuais, porém críticas, e alto índice de furtos e prejuízos nas pontas.

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11/11/2012 – Portal Logweb

Aliança entre Sensus e CAS Tecnologia traz novo projeto de Smart Grid e smart water para o Brasil 

A norte-americana Sensus – companhia especializada na criação de redes inteligentes de comunicação – acaba de firmar parceria com a empresa brasileira CAS Tecnologia (Fone: 11 3287.2227), que trabalha com o desenvolvimento de soluções (softwares e hardwares) de eficiência para diversos mercados, entre eles das distribuidoras de energia, água e gás.

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09/10/2012 – Gazeta de Rondônia

O que é, como funciona e quais os benefícios do smart grid 

O smart grid promete diversas melhoras para o uso da energia elétrica. Com um medidor mais informativo e redes de distribuição inteligentes, podemos economizar na conta de luz e, de quebra, tomarmos ciência do que gasta mais em nossas casas e estabelecimentos comerciais – facilitando a identificação dos comilões de eletricidade.

Faz mais de um ano que as conversas sérias sobre smart grid no Brasil começaram, mas a coisa anda devagar. Nos últimos meses a Aneel aprovou o modelo do medidor inteligente, mas isso está longe de ser o suficiente para colocar o sistema para funcionar. Ainda serão feitas audiências públicas para definir pontos incertos do projeto, como o custo do medidor. Paralelamente, algumas concessionárias estão modernizando suas redes, caso da Celpe, de Pernambuco, que implantou uma nova rede Metro Ethernet, compatível com smart grid, mês passado. A Aneel prevê que o uso compulsório dos novos medidores só deve começar daqui a 18 meses. No fim de novembro acontecerá o 5° Fórum Latino-Americano de Smart Grid, em São Paulo.

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09/10/2012 – The Share Maniacs

O que é, como funciona e quais os benefícios do smart grid 

O Smart Grid promete diversas melhoras para o uso da energia elétrica. Com um medidor mais informativo e redes de distribuição inteligentes, podemos economizar na conta de luz e, de quebra, tomarmos ciência do que gasta mais em nossas casas e estabelecimentos comerciais.

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21/08/2012 Mobile Time

Smartgrids e Smartwaters terão rede própria de comunicação 

Com a aprovação na semana passada da Portaria 43 pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a rede inteligente de medição elétrica (smartgrid) se mostra como uma grande oportunidade para o mercado. Tanto que a norte-americana especializada em infraestrutura para smart grid Sensus anunciou a aquisição de 15% da brasileira CAS Tecnologia, provedora de TI para Meter Data Management, para explorar não só o setor energético, mas também o de medição inteligente de água (smartwater) que, segundo eles, tem um potencial de movimentar US$ 36 bilhões juntos no Brasil na próxima década. As empresas anunciaram nesta terça-feira, 21, em São Paulo, suas estratégias para explorar essa oportunidade, com um diferencial: uma rede própria de comunicação com os aparelhos.

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