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24/08/2021 – Energia Hoje

CAS Tecnologia desenvolve solução de IoT via satélite da Swarm

Empresa visa fornecer conectividade global de baixo custo, proporcionando a transmissão de dados em locais onde a cobertura móvel é inconsistente.

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A indústria 4.0 aliada à eficiência energética

Com o objetivo de reduzir custos e o impacto ambiental do setor elétrico, os sistemas inteligentes mostram-se essenciais – Indústria 4.0

Nos últimos anos, a transformação digital se tornou um dos principais pilares para o funcionamento de indústrias e empresas de diversos setores. Em tempos de pandemia, então, virou requisito básico de sobrevivência dentro do conceito da chamada Indústria 4.0, termo que se refere à aplicação de sistemas inteligentes e de automatização de processos nas linhas de produção, de operações de negócios e de integração de sistemas corporativos, por meio da integração de tecnologias como big data, robótica, internet das coisas (IoT) e inteligência artificial (IA). Estima-se que, até 2025, o potencial de valor da Indústria 4.0, para fabricantes e fornecedores, será de US $ 3,7 trilhões, conforme projeção da consultoria McKinsey. Ainda, o Índice de Automação do Mercado Brasileiro 2020 – que mensura o nível de automação de empresas dos setores de indústria, comércio e serviços – já apontou um crescimento de 3% de 2019 para 2020, com destaque para comércio e serviços, onde a automação cresceu 11% de 2017 a 2020.

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Trabalho em casa é oportunidade para baixar fatura de energia

Opção para reduzir a conta é aderir à Tarifa Branca. Confira detalhes.

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A nova era da automação inteligente nas concessionárias de energia

Modernização da medição permite realocar pessoas para atividades mais inteligentes e produtivas

A medição do consumo de energia, realizada por meio de visitas mensais de funcionários das concessionárias em todos os imóveis, começa a ganhar um novo formato. Além das evoluções tecnológicas do setor, o sistema de telemetria inteligente é importante também, nesses tempos que vivemos, para preservar a saúde dos funcionários e dos clientes, garantindo o fornecimento de eletricidade e adequando-se a novos padrões de consumo decorrentes da adoção do home office e do home school de forma maciça.

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O que era experimento de P&D, hoje preserva vidas. Este poderia ser, sem exagero, um slogan provável para valorizar a promoção de recursos tecnológicos destinados à implantação de redes inteligentes nas companhias de distribuição de eletricidade.

Porque em seu planejamento, nem no mais delirante cenário, as empresas iriam imaginar que seriam obrigadas a pensar duas vezes, ou mais, antes de despachar equipes para atender ocorrências rotineiras em suas redes.

Essa não é mais uma decisão trivial. Com a pandemia de Covid-19, técnicos que estão na linha de frente das operações em campo, passaram a correr risco mortal de contrair uma doença extremamente perigosa e precisam ser resguardados.

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Pandemia acelera modernização de relógios medidores de distribuidoras

 

A pandemia de Covid-19 e a restrição na circulação das equipes de companhias de distribuição nas ruas pode representar um novo incentivo para que o setor de distribuição promova a digitalização dos seus relógios medidores.

O tema entrou em foco novamente após a Resolução Normativa 878 da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), publicada no final de março. Entre as medidas voltadas à proteção dos trabalhadores do setor elétrico, há a previsão de que, enquanto durar a pandemia, as distribuidoras possam optar por mandar seus leituristas aferirem medições em horários alternativos, ou simplesmente não enviá-los.

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O avanço da Mobilidade Elétrica e a era da recarga inteligente

 

O mercado mundial de eletropostos está em franca expansão e deve crescer ainda mais nos próximos anos. De acordo com um relatório da Grand View Research, o tamanho do mercado mundial de infraestrutura de carregamento de veículos elétricos foi avaliado em US$ 8.42 bilhões em 2018 e projeta crescer, em termos de taxa de crescimento anual composta, cerca de 32,6% de 2019 a 2025, o que representará um mercado de US$ 63,9 bilhões.

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Mobilidade Elétrica avança no mundo e o Brasil já discute impacto dos Eletropostos na rede distribuição

A crescente adoção e venda de veículos elétricos, juntamente com a promulgação de leis e subsídios para estimular o setor, além do custo decrescente das baterias, são alguns dos principais fatores que impulsionarão o crescimento do mercado.

O mercado mundial de eletropostos está em franca expansão e deve crescer ainda mais nos próximos anos. De acordo com um relatório da Grand View Research, o tamanho do mercado mundial de infraestrutura de carregamento de veículos elétricos foi avaliado em US$ 8.42 bilhões em 2018 e projeta crescer, em termos de taxa de crescimento anual composta, cerca de 32,6% de 2019 a 2025, o que representará um mercado de US$ 63,9 bilhões.

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Regulamentação de Smart Grids e tecnologias IoT trazem novas perspectivas para o setor de Energia

 

O crescimento das fontes de energias renováveis na matriz energética estão alterando a tradicional lógica da geração e da distribuição, deixando de ser atividades centralizadas e burocráticas para atividades cada vez mais democráticas e dinâmicas, já que pequenos empresários e até mesmo pessoas físicas podem assumir o papel de microgeradores de energia elétrica, seja para consumo próprio ou para obter créditos/descontos na sua conta. Mais de 30 mil casas e empresas brasileiras já produzem hoje grande parte da energia de que precisam.

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Tecnologia Reduz Custo e Tarifas

Em Cataguases – município com 75 mil habitantes na Zona da Mata mineira o Grupo Energisa criou um centro de operações digitais. Nele, pesquisadores estudam informações coletadas pela cidade, testam modelos e desenham soluções. Os objetivos são “extrapolar” o tradicional negócio de energia e posicionar a empresa no ambiente das cidades inteligentes.
“Nos interessamos pelos dados municipais, sejam eles indicadores do consumo de eletricidade ou da coleta de lixo”, diz o coordenador de novas tecnologias Thiago Enei. Para ele, o futuro exige capacidade de oferecer mais do que energia. “Vai vingar quem entender as demandas da sociedade”, completa.

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