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A indústria 4.0 aliada à eficiência energética

Com o objetivo de reduzir custos e o impacto ambiental do setor elétrico, os sistemas inteligentes mostram-se essenciais – Indústria 4.0

Nos últimos anos, a transformação digital se tornou um dos principais pilares para o funcionamento de indústrias e empresas de diversos setores. Em tempos de pandemia, então, virou requisito básico de sobrevivência dentro do conceito da chamada Indústria 4.0, termo que se refere à aplicação de sistemas inteligentes e de automatização de processos nas linhas de produção, de operações de negócios e de integração de sistemas corporativos, por meio da integração de tecnologias como big data, robótica, internet das coisas (IoT) e inteligência artificial (IA). Estima-se que, até 2025, o potencial de valor da Indústria 4.0, para fabricantes e fornecedores, será de US $ 3,7 trilhões, conforme projeção da consultoria McKinsey. Ainda, o Índice de Automação do Mercado Brasileiro 2020 – que mensura o nível de automação de empresas dos setores de indústria, comércio e serviços – já apontou um crescimento de 3% de 2019 para 2020, com destaque para comércio e serviços, onde a automação cresceu 11% de 2017 a 2020.

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A nova era da automação inteligente nas concessionárias de energia

Modernização da medição permite realocar pessoas para atividades mais inteligentes e produtivas

A medição do consumo de energia, realizada por meio de visitas mensais de funcionários das concessionárias em todos os imóveis, começa a ganhar um novo formato. Além das evoluções tecnológicas do setor, o sistema de telemetria inteligente é importante também, nesses tempos que vivemos, para preservar a saúde dos funcionários e dos clientes, garantindo o fornecimento de eletricidade e adequando-se a novos padrões de consumo decorrentes da adoção do home office e do home school de forma maciça.

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A medição do consumo de energia, água e gás, por meio de visitas mensais de funcionários das concessionárias, em todas as casas e ruas, começa a chegar ao fim. Principalmente para as distribuidoras de eletricidade, que suspenderam temporariamente esta atividade por causa da epidemia de covid-19, passando a cobrar pela média de consumo dos meses anteriores, ou com base na auto-leitura, contando com a ajuda do próprio cliente para informar a leitura do seu medidor.

Essa evolução tecnológica já era prevista com a chegada da “Tarifa Branca” – modelo de cobrança por faixa horária de consumo, para a qual a distribuidora é responsável pela instalação de um medidor eletrônico inteligente. A implementação prática dessa modalidade tarifária é prevista para ocorrer a longo prazo, uma vez que o entendimento e a adesão dos consumidores constituem um processo gradual, e que os custos envolvidos na aquisição e implantação dos novos equipamentos são de responsabilidade das distribuidoras.

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