CAS TECNOLOGIA: EXECUTIVO APONTA OS BENEFÍCIOS DO MARCO LEGAL DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA O SETOR DE ENERGIA

A Câmara dos Deputados aprovou no dia 29 de setembro um projeto de lei para criação do marco legal no uso da inteligência artificial no Brasil. A lei será enviada para o Senado e caso seja aprovada, dará maior transparência e definirá princípios básicos para o uso da IA em todos os segmentos da sociedade. Dentro do setor de energia elétrica, a IA está presente na coleta, na gestão e na análise de dados, na interpretação inteligente de informações e no uso de redes inteligentes (Smart Grid) e a automação dos negócios.

O gerente da CAS Tecnologia, Octavio Brasil, aponta os benefícios que este marco legal trará para as companhias do setor de energia. “Em relação às empresas do setor de distribuição de energia elétrica, a regulamentação do uso de IA diminuirá os riscos de penalidades regulatórias, pois aumentará a qualidade do serviço fornecido, automatizará coletas e análises de informações, e reduzirá perdas”, complementa.

Já para os consumidores, o executivo afirma que os benefícios estarão relacionados à melhora dos serviços prestados pelas empresas de energia, de maneira que reduzirá as quedas de fornecimento, qualidade no serviço prestado e clareza das informações de consumo como geração distribuída e bandeira tarifária. Além disso, será possível ter informações sobre o consumo consciente de energia, o que é bom para o bolso e para o meio ambiente.

Com relação aos cuidados com as informações dos consumidores, Brasil explica que será respeitada a privacidade imposta pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). “É possível adiantar que as Distribuidoras utilizarão, nas análises e no aprendizado de máquina, apenas as informações inerentes à relação dentre ela e consumidor. Não haverá qualquer uso indevido de dados externos do cliente. Entende-se como dado inerente à relação da Distribuidora com o Consumidor, aquelas informações já conhecidas há anos, como identificação do medidor, endereço, nome, consumo, valor, tipo de tarifa e bandeira. Tudo será respeitado com a lei vigente de proteção de dados”, aponta.

O executivo ressalta que as soluções, conhecidas na parte da indústria 4.0, como Big Data, Internet das Coisas “IoT”, Computação na Nuvem e Inteligência Artificial, facilitam a tomada de decisão nas empresas. “O tempo todo estamos conectados com a busca de modelos inteligentes cada vez mais sofisticadas, tanto a favor dos negócios, quanto pensando na maior qualidade de serviços aos consumidores e ao meio ambiente”, finaliza.

 

Confira a matéria direto nos portais:

Com a conectividade de nano satélites será possível levar soluções tecnológicas de gestão de dados de dispositivos inteligentes para regiões mais remotas do país

A CAS Tecnologia é a primeira empresa brasileira a desenvolver uma solução de conectividade IoT via satélite habilitada da Swarm Technologies. A constelação de satélites da Swarm, em órbita baixa da Terra, fornece uma rede verdadeiramente global para comunicações IoT bidirecionais.

A CAS, um dos principais players do país no desenvolvimento de soluções tecnológicas aplicadas à sustentabilidade, levará suas soluções para regiões periféricas do país, o que antes não era viável.

 

De acordo com Octavio Brasil, Gerente de Marketing da CAS Tecnologia, a conectividade via satélite IoT está mudando a forma como as pessoas conectam “coisas” inteligentes, proporcionando transmissão de dados confiável a um custo atraente, especialmente em locais onde a cobertura móvel é inconsistente ou indisponível. Para o mercado de utilities – água, gás e energia – onde a CAS Tecnologia atua fortemente, os benefícios são ainda mais evidentes, dada a alta necessidade de disponibilidade e as grandes variações nos perfis de consumo em todo o país.

 

No segmento do agronegócio, que já conta com soluções CAS, essa solução digital “do espaço” também pode ser a peça que faltava para que as informações do campo cheguem na palma da mão dos agricultores e contribuam com a sustentabilidade da crescente demanda mundial por alimento.

 

“A comunicação IoT via satélite é descomplicada e diferente de tudo que temos no país e no mundo, mas é ainda mais importante para as regiões remotas. Vale ressaltar que ela não substituirá as conexões existentes, como via 4G, mas chegará aonde as outras não alcançam. Esse é o “diferencial”, explica ele.

 

 

Segundo Sara Spangelo, CEO e cofundadora da Swarm, a empresa está contente em entrar no mercado brasileiro por meio da CAS Tecnologia. “Estamos entusiasmados em trabalhar com a CAS Tecnologia para fornecer conectividade global e de baixo custo para suas soluções de IoT. Temos o orgulho de fornecer transferência de dados confiável para os casos de uso críticos que atendem.”

 

 

Swarm Technologies

A Swarm fornece a rede de comunicações via satélite bidirecional de menor custo do mundo. Fundada em 2016, a Swarm está empenhada em tornar os dados e as comunicações acessíveis a todos, em qualquer lugar do planeta. Os satélites exclusivamente pequenos da Swarm permitem que a empresa forneça serviços de rede com o menor custo e forneça valor máximo a usuários de diversos setores, incluindo transporte marítimo, agricultura, energia e transporte terrestre, agregando valor em IoT de baixa frequência em usos como rastreamento de ativos, monitoramento e sensoriamento. A Swarm possui atualmente 93 satélites em órbita, fornecendo 100% de cobertura global, e já está disponível comercialmente. Para saber mais, visite www.swarm.space.

24/08/2021 – Energia Hoje

CAS Tecnologia desenvolve solução de IoT via satélite da Swarm

Empresa visa fornecer conectividade global de baixo custo, proporcionando a transmissão de dados em locais onde a cobertura móvel é inconsistente.

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Os novos rumos da geração de energia dentro da perspectiva ESG

Muitos são os desafios que ainda iremos enfrentar, mas o que não deixa margem para dúvidas é que preservar e incentivar a adoção de práticas de ESG é um componente estratégico imprescindível para toda e qualquer tomada de decisão

O uso irrestrito dos recursos naturais para a obtenção de energia tem consequências sérias para o meio ambiente. Em um contexto em que a sociedade se mostra cada vez mais envolvida e mobilizada pelas questões inerentes ao conceito ESG (Environment, Social and Government) – Governança Corporativa, Social e Ambiental –, a tendência é que ganhe ainda mais corpo o uso crescente de fontes renováveis que comprometam o mínimo possível o equilíbrio da natureza, além de uma vigilância ainda mais efetiva sobre as práticas de atuação das geradoras, transmissoras e distribuidoras quanto às suas estruturas internas e, sobretudo, das práticas e campanhas adotadas para um consumo mais consciente.

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A indústria 4.0 aliada à eficiência energética

Com o objetivo de reduzir custos e o impacto ambiental do setor elétrico, os sistemas inteligentes mostram-se essenciais – Indústria 4.0

Nos últimos anos, a transformação digital se tornou um dos principais pilares para o funcionamento de indústrias e empresas de diversos setores. Em tempos de pandemia, então, virou requisito básico de sobrevivência dentro do conceito da chamada Indústria 4.0, termo que se refere à aplicação de sistemas inteligentes e de automatização de processos nas linhas de produção, de operações de negócios e de integração de sistemas corporativos, por meio da integração de tecnologias como big data, robótica, internet das coisas (IoT) e inteligência artificial (IA). Estima-se que, até 2025, o potencial de valor da Indústria 4.0, para fabricantes e fornecedores, será de US $ 3,7 trilhões, conforme projeção da consultoria McKinsey. Ainda, o Índice de Automação do Mercado Brasileiro 2020 – que mensura o nível de automação de empresas dos setores de indústria, comércio e serviços – já apontou um crescimento de 3% de 2019 para 2020, com destaque para comércio e serviços, onde a automação cresceu 11% de 2017 a 2020.

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A falta de chuvas já afeta os reservatórios de São Paulo. O Cantareira, maior do estado, opera com metade da sua capacidade (51%). Já o Alto Tietê, segundo maior, atua com 59,3%. No total, o armazenamento de água do estado já é menor do que em 2013. O avanço da inteligência artificial e os investimentos em pesquisa e inovação podem ser uma das saídas para resolver o problema, de acordo com Marco Aurélio Teixeira, especialista em medição de consumo de água e gerente da CAS Tecnologia, empresa desenvolvedora de soluções de redes inteligentes para o mercado de utilities (Energia e Água) e está presente em todo o país, monitorando mais de 2,3 milhões de pontos.

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